quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Uma moeda de três lados



Venho sem muita vontade de escrever, mas não por não ter ideia, eu sinto que talvez me falte algo a mais, uma motivação, ou sobre o que me fará sentir melhor escrevendo, e foi ai que me surgia uma ... Vontade?

Ao contrário do que pensaram Schopenhauer e Nietzsche a motivação humana não é a vontade, nem a vontade de potência, é simplesmente a felicidade. Os prazeres que trazem a sensação de felicidade são a força motriz das ações humanas. Existe, assim, um egoísmo intrínseco em cada um que mesmo vivendo de maneira altruístas apenas o fazem para alcançar sua própria satisfação e por conseguinte a própria felicidade;
Isso tudo, pois, como produto das forças de influência (criação, cultura e ambiente), ao longo do tempo, vai se formando uma estrutura cerebral, ou seja, criam-se certas sinapses que acabam por definir quais estímulos serão responsáveis por cada sensação/emoção inclusive a ligação entre estímulos altruístas e a sensação de felicidade. Portanto, assim, definindo também nossas motivações.
Assim se explica o fato de que estou escrevendo pela auto felicidade, assim, muitos a procuram e acabam por definhar relacionamentos, ideias, ações e até mesmo a própria vida; As ações movidas pelo próprio impulso de se sentir feliz é irracional, ou melhor, racional interior pelo fato de ser uma ação de auto ajuda, e é dela que parte a maioria das discussões e em conseguinte a isso te faz o centro e inquestionável, possuidor da razão (por sua parte).
Em três livros que li (prefiro não publicar o nome, por egoísmo e por não estar recebendo algo em troca para fazer propaganda) o melhor jeito de se dar bem com as pessoas ao seu redor, é se importar com o que elas pensam, ser sincero aos elogios, ser extremamente agradecido por algo que te fez, não se questionar por erros, mesmo que esses o atinjam diretamente, e outros mais.
A princípio tudo seria fácil no papel, em contra partida quando se vê em uma situação em que está sendo prejudicado ou outra forma que te leve a quebrar as citações a cima, pode ficar tranquilo, você vai errar (de acordo com o livro) se não for muito bem treinado socialmente, ou seja, para se dar bem você deve transmitir a felicidade alheia e esquecer a sua.
Possível?




Texto baseado em livros, em ideia e conversação de, Ettore Tosi P. M. Almeida,


Meus agradecimentos.

3 comentários:

  1. Possível é transmitir a felicidade alheia, ninguém vive sozinho e nem mesmo constrói sua própria felicidade sem algo/alguém que o faça sentir assim, sentir prazer com coisas que faz e que te fazem bem não é o mesmo que ser feliz, prazer é instantâneo, dependente de cada ponto de vista, felicidade é incerta. O que te faz feliz? Poderia indicar o livro? interessante pensamento.

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  2. Posso te dizer sim, só me mande uma mensagem com o teu msn =D

    Abraços e obrigado pelo comentário.

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  3. Não gostaria de dizer quem sou, mas Obrigada.

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